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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

BOAS PRATICAS 6

A duração de um pneu depende do tipo de utilização, das prestações do veículo, da condução, das estradas onde circula e da carga que suportam. Por isso mesmo deve vigiar o desgaste, percebendo que quando trocar de borrachas a duração não será a mesma. Mesmo que sejam exactamente iguais aos que estavam montados de série. Todos os elementos da suspensão também sofrem desgastes mais ou menos significativos e que as afinações se vão alterando ao longo dos anos. c) Pressão adequada Controlar regularmente a pressão dos pneus. Não existem prazos pré-estabelecidos para este controlo, pois as causas da falta de pressão podem ser diversas: mau estado das jantes, má montagem do pneu na jante, falta de aderência do talão do pneu ao bordo da jante ou a maior ou menor porosidade da jante. d) Amortecedores em forma Os pneus funcionam melhor se os amortecedores estiverem em bom estado. Além das imperfeições da estrada serem mais perceptíveis e o ruído de rolamento ser mais elevado, os pneus degradam-se. e) Subir passeios Enfrentar os passeios num ângulo recto, ao invés de tentar fazer a subida a 45 graus, pode provocar danos ao ombro do pneu e à estrutura interna do pneumático, sendo a causa mais comum para o derrapar do pneu a alta velocidade. Tente subir os passeios num ângulo de 45 graus e sempre devagar. f) Longos períodos de imobilização Os pneus achatam-se na zona de contacto com o solo quando o veículo (especialmente se for pesado) permanece muito tempo imobilizado.. g) Pressão insuficiente Se os pneus tiverem pressão a menos, será provocado um sobreaquecimento anormal que poderá danificar de forma irremediável a estrutura do pneu. Além disso, é a causa mais comum para um desgaste exagerado do piso nos bordos que, por sua vez, provoca falta de aderência ao solo. h) Pressão exagerada

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