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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

BOAS PRATICAS 5

Devem assim, ser adoptados hábitos de condução que permitem tirar o maior partido dos veículos, tendo em atenção as características dos motores, optimizando os consumos, numa óptica de eficiência energética.
As Boas Práticas da Eco-Condução:
1. Ligue o veículo apenas quando iniciar a viagem, aquecer o motor apenas contribui para desperdiçar combustível e poluir o ambiente;
2. Deve conduzir sempre com uma distância de segurança e um amplo campo de visão. Ao conduzir por antecipação reduz o número de acelerações e travagens, melhorando os consumos médios e aumentado o conforto na condução.
Ao adoptar uma condução antecipada terá maior tempo de reacção, prevenindo situações de perigo e contribuindo assim para uma maior segurança rodoviária;
3. Sempre que possível utilizar rotações do motor mas baixas e ao gerir a caixa de velocidades utilize mudanças mais altas.
Troque de mudanças num carro a gasolina entre as 2000 rpm e 2500 rpm e num carro a gasóleo entre as 1500 rpm e 2000 rpm;
4. Acelere e desacelere suavemente, as acelerações bruscas levam a que o seu veículo consuma mais combustível e emita poluentes atmosféricos. As repetidas acelerações e travagens provocam um maior desgaste mecânico, aumentando ainda o desconforto;
5. Mantenha a velocidade o mais constante possível, siga a fluidez da circulação, evite as acelerações e alterações de mudanças desnecessárias.
Não conduza em velocidades elevadas, pois implica maior risco e aumenta o consumo de combustível. Os limites do código da estrada correspondem a consumos aceitáveis;
6. Evite situações de ralenti. Um automóvel gasta aproximadamente 1 litro de combustível por hora ao ralenti, sendo que em poucos segundos o gasto energético associado à ligação do motor é compensado pelo período em que o motor permaneceu desligado.
Um automóvel ao ralenti contribui para o ruído ambiente e para o aumento da poluição energética;
7. Nas descidas e travagens, mantenha uma mudança engrenada. Um veículo com tecnologia moderna corta a injecção de combustível quando se retira o pé do acelerador e se mantémuma mudança engrenada. Esta situação permite o aproveitamento da energia cinética do veículo para prolongar o seu movimento, sem ser necessário consumir combustível.
Ao retirar o pé do acelerador, mantenha sempre o carro engatado, e em descidas ou situações de travagem controlada pode aproveitar mais eficientemente a energia utilizada;
8. Em paragens prolongadas (acima dos 60 segundos) é recomendado desligar o motor.
Ter em atenção:
a) Não circule com mercadorias supérfluas e que sabe não precisar;
b) As janelas abertas ou acessórios montados no tejadilho do veículo podem afectar o consumo de combustível;
c) Quando for realmente necessário circular com carga no veículo, circule com velocidade moderada;
d) No caso de o veículo ter ar condicionado, deve apenas utilizar quando for necessário. À utilização do ar condicionado está associado um aumento de consumo de combustível na ordem dos 20%;
e) Escolha o melhor percurso nas deslocações e tente antecipar o fluxo de trânsito. Uma viagem bem planeada é um bom recurso para poupar combustível.
2.3.3 Pneus Um dos componentes do veículo mais importante são os pneus. A função que desempenham como único elo de ligação do veículo ao solo, e as condições em que essa função é realizada são de extrema importância na vida do veículo, mas também na segurança dos seus ocupantes. a) Profundidade dos sulcos Um pneu novo possui um piso com sulcos cuja profundidade se situa entre os 7 e os 9 milímetros. A lei diz que a profundidade mínima é de 1,6 milímetros, mas nunca deve deixar que esse valor vá além dos 3,5 milímetros. A profundidade dos sulcos, pode ser medida numa oficina da marca ou de pneus. b) Duração de um pneu

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